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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Vazou: Gaga na Vogue

Desde que se soube que Lady Gaga seria a capa de Março da Vogue America, a mídia anda em polvorosa...Mas a espera pela capa já acabou, pois um vazamento fez com que a capa de Março caísse na rede...
De peruquinha rosa, batom violeta hit desse inverno, e vestido de Haider Hackerman (o possível próximo ocupante do cargo de Chefe Criativo da Chanel), a cantora até que está minimalista, para o que estamos acostumados...Uma capa simples e graciosa. O contraste de cores também é bonito, mas como vocês sabem...eu não morro pela Vogue America.


Baci


Kanye Cash

Não, Kanye West não vai se arriscar cantando Johnny Cash, e nem esse post faz alguma referência ao eterno Johnny...O cash em questão é a verdinha, a bufunfa, money money, la plata...Enfim, aquilo que nosso querido Kanye West tanto gosta de esbanjar. Bem, Kanye, fotografado por ninguém menos que Karl Lagerfeld, será a capa da Vman desse mês, mas a maior novidade não é essa...A revista virá com dinheiro de verdade na capa, e apesar de ser apenas 1 dólar, uma coisa é certa...Tinha que ser coisa do Kanye West...



Hey Kanye...Imma let you finish...

Baci

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Flowy

Uma peça que está voltando para nossas vidas é a saia longaMas não pensem na saia da vovó, ou em hippies...As saias longas da temporada vêm cheias de transparência, tecidos mais fluidos, fendas e texturas diferenciadas. E com essa nova aposta de comprimento na cabeça por dias, fiquei simplesmente maravilhada com essas páginas da Vogue Russia Jan'11 (uma das minhas Vogue's preferidas, junto com a Nippon, Turquia, Paris e Italia).

O plissado, hit dos anos 70, e imagem colada na minha memória desde Sex and the City 2, onde a eterna
Carrie usou 2 vestidos plissados (um curto e um longo) Halston Hérritage; juntamente com a transparência, as plataformas e a cor viva, deram o sex appel na medida certa ao cardigã comportadinho. Look perfeito para um clima de meia-estação, mas também vai muito bem com uma boa camisa branca.

Tule, tricô de efeito "podrinho" e sapatos pesados...Pode embalar pra viagem que eu tô levando essa produção pra casa! Tule sempre nos lembra os tutus de ballet, mas nesse look - que me remete à ares dos anos 90 - a doçura e delicadeza das saias das bailarinas não passam muito perto dessa produção, que de óbvia não tem nada. Ah, para não pagar calcinha oops uma boa opção é uma hot-pant mais comportadinha, já que o tricô larguinho cobre as lady parts.
Um outra saída para as que tem um medinho de transparência é a saia com um forro curtinho em uma tonalidade nude por baixo. Nessa produção, a jaqueta de couro e o sapato de salto, mais ainda assim confortável, deram um ar jet-setter e cosmopolita ao look.

P.S. Os dois cardigans dos primeiros looks são peças-chave, e eu precisava externar meu amor por essas peças tão simples, mas ao mesmo tempo tão incríveis. Incríveis porque uma peça que acompanha do jeans à saia de seda ou paetês, curta ou longa, só pode ser muito maravilhosa mesmo. Está na minha lista das 10 peças que toda mulher tem que ter no closet.

Baci

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Risada da Madrugada: Rihanna na Interview Mag

Adoro a revista americana Interview, a "filha" do incrível Andy Warhol...Adoro as capas, mesmo quando não vou muito com a cara do famoso estampado na publicação.
A capa da vez pertence à Rihanna e seus cabelos vermelhos duvidosos. Vou confessar que não gostei do styling (oi, óculos desnecessário), nem da foto...
Ok, mas a "melhor" parte vem agora: Kanye West entrevista a "diva" (Nossa, quantas aspas nesse post!)...Será que ele deixou ela falar, ou..."Sorry, Imma let you finish, but..."

A outras fotos do editorial foram bem produzidas, mas não sei se é pelo cabelo nada belo, ou por qualquer outra coisa, Rihanna não me convenceu! Senti a cantora mais como uma i want to be Anna Dello Russo, do que alguém que se inspirou no estilo exagerado couture all the time...Enfim, quem se esforça muito para ser irreverente acaba parecendo artificial demais...




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Gros Bisous
:*'s

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Sem graaaaaça...

Quem me conhece sabe que eu sou completamente louca por revistas de moda...Nacionais, internacionais, das grandes publicações às independentes, do papel ao virtual. Fazem parte das minhas leituras obrigatórias a Vogue Brasil, Vogue Italia, Vogue Paris (de vez em quando, já que o meu francês é uma merde), Vogue Russia, Elle Brasil, Interview Magazine, i-D mag, mag!, e algumas e haja papel... mais...Na verdade, todas que estiverem ao meu alcance, ou as orientais e leste-europeias que alguns amigos do peito me mandam escaneadas!...Papel - seja  em revistas, livros, bloquinhos - é o meu negócio!
Mas o papo é sobre revistas, e meu amor - e desamor - por elas...Digo desamor, porque uma publicação que vem me cansando a cada edição é a Vogue América. Existem milhões de fotógrafos incríveis, mas Mario Testino me parece ser o responsável por 90% das capas! E por falar em capas...Celebridades do momento em looks dispensáveis e indiferentes, em fotos com o enquadramento que vai  sempre da cintura para cima, com um sorriso amarelo, podem até fazer jus a um padrão de beleza comum, o "bonito que não faz feio", mas a Vogue America tá precisando de uma chacoalhada viu, Anna Wintour?! . Estamos falando de Vogue a revista de moda mais conhecida do mundo, verba não falta, a faca e o queijo estão nas mãos da equipe...Por que ir sempre pelo mesmo caminho?!

Capa de Novembro, fotografada por Mario testino.

O enquadramento é pobre, falta informação de moda, fontes desinteressantes e quase sempre iguais...Sem sal!
Um exemplo de falta de criatividade é a capa com o elenco do musical "Nine", veiculada em 2009, no mês de Novembro:

O musical é super rico em referências de moda e as atrizes ostentam looks incríveis durante as cenas...Aí a Vogue America chama essas lindas atrizes e me faz essa capa??!! Todo um clima book de 15 anos rolando...Vestidos grifados, sim, mas órfãos de um wow factor. Não falo de algo chocante, gaguismos e afins, mas da falta de algo que prenda meus olhos na capa da revista, que me provoque um desejo de compra não só da revista, mas por consequencia, das tendências e produtos que são vendidos nela.

Agora, dêem uma olhadinha nisso...

Vogue Italia - Uma espécie de luxo minimalista sim, é possível!, uma capa envelhecida, atitude rock glam, um certo sarcasmo fashion, o make da estação, e um ar retrô e teatral...A Vogue Itália é pura performance fashion. Inspiração na certa!

Vogue Russia - Looks deliciosamente exagerados e cheios de glamour traduzem perfeitamente as tendências da estação.

Vogue Paris - Sem muitos rodeios, a publicação comandada por Carine Roitfeld foca na moda, tendências, preferências, referências...O minimalismo francês, que aparece até quando o objeto é uma capa que ostenta estampa de oncinha das letras aos acessórios!

Vogue África - Uma celebração da cultura africana em fotos com modelos, looks e chamadas de capa que realmente chamam a atenção da mulher africana.

Vogue China - Imponentes e claras quanto ao que quer ser passado, a Vogue China chama atenção não só pelas fotos que estampam as capas, mas por toda a informação que vem nela. Do nome "Vogue" nos dois idiomas, á disposição das chamadas de capa, tudo enche os olhos, mesmo quando são usadas cores leves.

Vogue Nippon - Clean e levemente pop, a Vogue Nippon exibe tendências de uma forma deliciosamente objetiva, e conversa de uma forma direta com as jovens mulheres japonesas.

IN-FOR-MA-ÇÃO de moda, Vogue América...

Só uma ultima comparação...
Julianne Moore na Vogue Paris - celebridade, certo?!
Anne Hathaway na Vogue America - Também celebridade...

Observem a produção da capa da Vogue Paris: as peças são poucas, mas seja pela iluminação, pelo look ou pelo cenário, ou na verdade, pelo conjunto da obra, a Vogue Paris é mais criativa, mais interessante...Enquanto a Vogue America mostra quase uma debutante, pobre em styling e em produção em geral.

Dá um up aí, Anna Wintour!

Gros Bisous
:*'s


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Oh, Tim...

Se tem um fotógrafo que sabe lidar com Haute Couture com sensibilidade, é Tim Walker. O fotógrafo britânico comanda suas lentes de uma forma mágica, nos levando por viagens fashion, lúdicas e únicas.
E por mais que sempre use o fator lúdico em suas fotografias, Tim numca cai na mesmice, conseguindo nos surpreender a cada editorial


E como fã que sou, sempre fico de olho em seus trabalhos...Tem como não babar pelo editorial da W magazine?
Fotos: Tim Walker Styling: Jacob K
Vestido Oscar de La Renta
Vestido Dior Haute Couture e sapatos Louis Vuitton
Vestido Valentino Haute Couture, meias John Rocha e sapatos Louis Vuitton
Vestido e jaqueta Givenchy Haute Couture
Vestido Chanel Haute Couture
Casaco e segunda pele de renda chantily Gaultier Paris
Vestido Armani Privé
Vestido Carolina Herrera, Soutien Ere's, meias John Rocha e sapatos Louis Vuitton
Vestido Couture by Giovanni Bendin, luvas LaCrasia, meias John Rocha e sapatos Louis Vuitton
Casaco e saia Dior Haute Couture, broches Bottega Veneta, meias John Rocha e sapatos Louis Vuitton

Diferente dos editoriais ready to wear, mais comerciais, a idéia das fotos de Tim Walker, e da maioria dos editoriais de haute couture, é retratar a moda como arte no mais puro sentido da palavra, das próprias roupas ao cenário. Um encanto para os olhos, não?!

Gros Bisous
:*'s

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Editorial - Harper's Bazaar Espanha Set. 2010

Clicado pelo fotógafo espanhol Txena Yeste, com a modelo Bianca Balti na frente das lentes, e styling do editor de moda e stylist, Juan Cebrian, o editorial "Otoño" da Harper's Bazaar espanhola de Setembro mostra mulheres tiradas de momentos diferentes do passado, horas de um filme de James Bond da década de 70 - onde faria as vezes de bond girl poderosa, decidida e muito bem vestida no melhor glam setentista, horas de uma perfeita vizinhança dos anos 50, ou ainda do glamour exuberante da década de 80.
O editorial reúne tendências e joga uma spot light no que há de melhor nas coleções dos mais maravilhosos designers.

A primeira imagem traz a classe e o glamour sedutor da Givenchy, traduzindo perfeitamente a imagem de Bombshell dos anos 70, com a maquiagem em tons metálicos e os cabelos fazendo uma releitura mais "comportada" de Farah Fawcett.

Maison Chanel vem com seu tradicional tweed(mostrando que um bom clássico nunca morre), porém, em uma forma completamente não tradicional, com franjas e aplicações, vestindo uma mulher cheia de classe e atitude, características da grife. Cabelo e maquiagem tirados das décadas de 60 e 70, com volume, olhos bem delineados no estilo gatinho, verde leve nas pálpebras, dando um toque de cor ao look e jóias imponentes e atemporais.

Recortes e aplicações metálicas compõem o look Gucci, embalado por tendências futurísticas, lembrando facilmente Barbarella, personagem do filme homonimo de 1968, estrelado por Jane Fonda, que interpretava uma mulher do futuro, sensual e futurística.
Jane Fonda como Barbarella
Mas, saindo de Jane Fonda e voltando à Gucci, vemos que o minimalismo futurista continua em alta. Moderno e Sexy em uma só peça.

Depois de passar um bom tempo longe das passarelas e guardado no fundo do armário, o veludo molhado volta diretamente do passado para os dias de hoje. A Dolce & Gabbana trouxe o pesado tecido de volta, porém, com uma cara mais leve, se unindo à modelagem e a leveza do estilo bourdoir, mostrando que o mix com a lingerie deu certo! O veludo molhado é um tecido nobre, muito usado no século XIX, mas que fez suas aparições na colorida e extravagante década de 80, e hoje está de volta, mais clean, porém ainda assim, sexy e irreverente.

My name is Bond, James Bond
Casaco Max Mara de inspiração militarista, jóias elegantes e make e cabelo super 70ies...Temos uma Bond Girl!

O vestido de seda bordada Christian Dior é um clássico do sexy:  fluido, feminino e despretenciosamente sensual.

Jaqueta aviador, transparencias e zíperes da Burberry trazem um ar sport, mas muito sofisticado e moderno.

O look Prada traz o Sexy Black. Sofisticação e glamour traduzem a proposta retrô e clean.

Animal Print e Chifon de Seda: Sexy porém leve, delicado e poderoso. A Bluemarine veste uma mulher de poder, unindo a sensualidade da estampa com a leveza do tecido, jóias poderosas e hair e make up no estilo retrô, levemente romântico...Teríamos aí uma Lolita?! Talvez...

A inspiração vinda da década de 50 era óbvia nas passarelas da Louis Vuitton...Inspiração trazida para essa foto. O vestido de lã com aplicações de renda e jóias clássicas - mas com um shape mais sexy (vide o decote revelador) - ilustram a imagem de uma perfeita sexy housewife

Lã da Mongólia e um mix de jóias com uma carinha vintage no look Paul & Joe

Drapeados e ombros marcados lembram um shape oitentista. Glamour e irreverência são as palavras para descrever o look Lanvin

LBD: um clássico...preciso dizer mais alguma coisa?! Sim, Armani!

Luxo!

Gros Bisous
:*'s